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Policial penal que matou enteado com tiro em briga na capital alega legítima defesa

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Conteúdo/ODOC – O policial penal Emerson Geremias afirmou ter agido em legítima defesa ao matar o enteado, Átila Yuri dos Santos, de 21 anos, com um tiro na cabeça na manhã desta quarta-feira (10), na região do Coxipó do Ouro, em Cuiabá.

A declaração foi dada à imprensa quando ele chegava à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestou depoimento sobre o caso. Questionado sobre o que teria motivado o disparo, Emerson respondeu: “Ele tava com uma faca”.

Segundo as informações apuradas até o momento, padrasto e enteado se envolveram em uma discussão em uma estrada de terra localizada em uma região de chácaras do distrito. Durante o confronto, o policial penal efetuou um disparo que atingiu a cabeça do jovem.

Átila não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A ocorrência mobilizou equipes da DHPP e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos primeiros levantamentos na cena do crime.

Após o homicídio, Emerson se apresentou às autoridades e sustentou que agiu para se defender durante a discussão. A versão apresentada por ele será analisada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O corpo de Átila foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia.

A DHPP instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso, esclarecer a dinâmica do confronto e verificar se há elementos que confirmem a alegação de legítima defesa apresentada pelo policial penal.



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