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“Problema é do Ibama”, dispara Mauro Carvalho sobre obra travada no Portão do Inferno

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Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, afirmou que a paralisação das obras no Portão do Inferno, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, não é responsabilidade do Governo de Mato Grosso, mas consequência da demora no licenciamento ambiental por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

“A paralisação da obra de Chapada dos Guimarães não é um problema do governo do Estado, é um problema de licenciamento ambiental que nós dependemos do Ibama”, declarou Mauro. Segundo ele, o Estado já realizou diversas articulações em Brasília para tentar destravar o processo. “Nós já movimentamos em Brasília, em várias reuniões nesse sentido, mas até agora não conseguimos”, afirmou.

O secretário também destacou que o governador Otaviano Pivetta considera a duplicação da MT-251 um projeto prioritário para a gestão estadual. “O governador Otaviano Pivetta a todo momento fala dessa duplicação de Cuiabá e Chapada, que é o sonho dele, entregar essa obra para todo o povo de Mato Grosso”, disse.

Ao comentar a execução da obra, Mauro afirmou que a maior dificuldade está concentrada na construção do túnel previsto para a região do Portão do Inferno. “A obra realmente de arte que pode ter alguma demora na execução é o túnel, que é uma obra bem complexa e tem que ser muito bem executada”, pontuou. Ele também descartou a possibilidade de a MT-030 avançar antes da solução definitiva na MT-251. “Nós já temos uma parte dessa rodovia duplicada. Então o que está faltando para duplicar até Chapada dos Guimarães é muito pouco”, declarou.

A licitação para construção do túnel segue sem definição quase seis meses após a abertura do edital pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). O projeto prevê um túnel de aproximadamente 170 metros na região do Portão do Inferno. Em março deste ano, apenas o Consórcio TB-ETEL apresentou proposta para executar a obra, mas a documentação ainda passa por análise técnica e financeira do Governo do Estado.



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