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Faissal nega deboche à PF e garante que não possui Rolex: “Indignado com fake news”

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Conteúdo/ODOC – Em vídeo nas redes sociais, o deputado Faissal Calil (PL), alvo de operação policial que investiga a venda de sentenças no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, negou que tenha feito qualquer deboche em relação à Polícia Federal.

O parlamentar negou que possui um relógio Rolex, alegando que nunca teve um acessório da marca. Segundo Faissal, o único relógio que possui foi comprado há cerca de dez anos e custou R$ 971.

O deputado fez questão de separar a atuação da Polícia Federal — a qual elogiou e classificou como uma instituição forte e necessária — das informações falsas que circularam logo após a operação.

“Deu na mídia que eu estaria debochando da Polícia Federal. Quem sou eu…debochar de uma instituição tão séria como a Polícia Federal. Claro, indignado eu estou, porque nunca tive e nunca não tenho rolex. Indignado eu estou com as fake news a meu respeito. O único relógio que eu tenho é esse, comprado há dez anos atrás, custou R$ 971 reais”, diz na publicação.

O deputado ainda afirmou que aguarda acesso ao processo para se pronunciar de forma mais detalhada e garantiu estar tranquilo diante das investigações.

“Quero tranquilizar meus seguidores, todos que me acompanham, estou firme e forte. Estou aguardando ter acesso ao processo para fazer um pronunciamento mais aprofundado. Estou muito tranquilo porque quem não deve, não teme”.

A Operação Gemini foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e atua em desdobramento a investigações que apuram crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro no Judiciário de Mato Grosso.

O principal foco da apuração é o desembargador afastado Dirceu dos Santos. A Polícia Federal investiga se o deputado Faissal Calil teria atuado como operador financeiro do magistrado, já que, antes de ingressar na política, ele trabalhou como assessor no gabinete do desembargador. A PF aponta indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas e incompatíveis com a renda declarada dos investigados.



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