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Carlos Dorilêo Jr. pede impeachment de Moraes: “Ninguém está acima da lei”

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Assessoria – O candidato a deputado federal Carlos Dorilêo Jr. (NOVO) defendeu a apuração rigorosa das informações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do extinto Banco Master. Para Dorilêo, a gravidade das revelações exige uma resposta institucional e justifica a abertura de um processo de impeachment contra o magistrado.

“É inadmissível que, em um país democrático, a população permaneça de mãos atadas diante de suspeitas tão graves. Não podemos admitir corrupção no Supremo Tribunal Federal nem em qualquer instância da Justiça brasileira. As informações precisam ser investigadas com independência e transparência”, cobrou o candidato a deputado federal.

Carlos Dorilêo Jr. também defendeu que eventuais responsabilidades sejam analisadas dentro do devido processo legal, com punição caso os crimes sejam comprovados.

“Alexandre de Moraes já ultrapassou os limites, e os fatos divulgados precisam ter consequências. Defendo o impeachment e, se as investigações comprovarem a prática de crimes, que ele seja processado e responsabilizado nos termos da lei. Ninguém pode estar acima da Constituição”, declarou Dorilêo.

Nesta segunda-feira (7), o candidato participou da manifestação realizada na Praça 8 de Abril, conhecida como Praça do Choppão, em Cuiabá. O ato começou às 16h e integrou uma mobilização nacional promovida simultaneamente em diferentes cidades brasileiras.

Durante a mobilização, Dorilêo reiterou que o pedido de impeachment não representa um ataque ao Poder Judiciário, mas uma cobrança por transparência, imparcialidade e respeito às instituições.

“Defender a democracia também significa fiscalizar aqueles que exercem o poder. O Supremo precisa ser respeitado, mas seus integrantes também devem prestar contas à sociedade. O Brasil não pode aceitar favorecimentos, parcialidade ou qualquer suspeita de venda de decisões”, concluiu.

Caso Banco Master – Mensagens e documentos extraídos do celular de Vorcaro indicariam contatos com integrantes do Judiciário e pedidos de interferência em investigações conduzidas pela Polícia Federal.

O material também aponta que Moraes teria participado da revisão de um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, estimado em R$ 131 milhões. Até o momento, porém, não há comprovação de que os pedidos atribuídos ao ex-banqueiro tenham sido atendidos pelo ministro. Moraes nega irregularidades. 



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