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Ex-CEO da Unimed é alvo da PF e perde cargo na ALMT após escândalo de R$ 400 milhões

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O ex-CEO da Unimed Cuiabá, Eraldo de Oliveira, foi preso durante a operação “Bilanz”, conduzida pela Polícia Federal, que desmantelou um esquema financeiro com suposto desvio de R$ 400 milhões na cooperativa médica. Oliveira, até então atuando como assessor parlamentar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), foi exonerado do cargo na última quarta-feira (30), após a repercussão do caso.

De acordo com as investigações, o rombo financeiro teria sido gerado por um conjunto de operações irregulares que comprometiam a sustentabilidade da Unimed Cuiabá. Oliveira desempenhava a função de assessor para o bloco parlamentar Avante Mato Grosso, composto pelos deputados Beto Dois a Um (União Brasil), Nininho (PSD), Sebastião Rezende (União Brasil) e Carlos Avallone (PSDB).

A prisão de Oliveira provocou uma reação imediata na ALMT, com a determinação de sua exoneração. O caso tem gerado preocupação não apenas pela magnitude do suposto desvio, mas também pela ligação do ex-CEO com importantes figuras políticas. Os deputados do bloco Avante Mato Grosso ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a exoneração do assessor, mas fontes internas relatam desconforto e pressão para um posicionamento.

A operação “Bilanz” foi deflagrada com o objetivo de apurar irregularidades financeiras que afetam diretamente a estrutura e os associados da Unimed Cuiabá. Com a prisão de Oliveira e a sequência das investigações, a expectativa é de que mais nomes ligados ao esquema possam surgir, ampliando a rede de suspeitos no caso.

 

JORNALISTA: MATHEUS CAMPOS – ULTIMA HORA MT



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